Merdelê

Picareta no Campeonato Estadual de 2011 / Foto: Fred HoffmanSe você não conhece a palavra, não se aflija. Merdelê não é nada além de um simples sinônimo de cagalhopança. E não termos melhores para definir o fim de semana esportivo. Pelo menos no que me diz respeito. E não, não estou nem aí para o título mundial de curling feminino conquistado pela Escócia.

Começando pelo mar, o sábado foi uma bosta. Mas que não deveria surpreender pelo menos três quartos da brava tripulação do Picareta. Sempre que os campeonatos da querida classe Velamar22 são disputados no belo e mavioso, porém viciado (falo da raia, claro) Saco de São Francisco, temos a certeza de pelo menos uma confusão certa.

Sempre no mesmo lugar. Não sei porquê, se é karma ou outra coisa, mas é infalível. Uma bendita bóia colocada nas proximidades do Clube Naval Charitas. Ali já atravessamos, já batemos na dita cuja, já colidimos com outro barco… Desta vez, entre orças e arribas e o indefectível “bota no vento Morcegão!”, arrumamos um fuzuê tal que o barco chegou a andar pra trás.

Começamos o dia em terceiro no campeonato e, nesse momento, estávamos em quarto na única regata do dia, justamente atrás do nosso adversário direto pela medalhinha estadual. O resultado do nosso merdelê na hora de montar a última bóia do dia foi que perdemos três ou quatro posições e o campeonato foi para o vinagre.

A última regata da contenda (que bonito) aconteceu no domingo. Dia bom, vento bom, percurso bom. Duas voltas em um X com bóias colocadas em frente a alguns dos clubes da enseada. Divertido, andamos em quinto, depois lideramos, fomos pra quarto, lideramos de novo e terminamos em terceiro. À frente do Marokau e Regatinha, adversários pela terceira posição no campeonato. Se não deu pra beliscar, foi suficiente para nos fazer esquecer do dia anterior.

Nem sei, no final das contas, em que posição terminamos. Mas depois de sete regatas, acredito que em quinto. Focus (ex-Dona Zezé) foi o campeão, Smooth o vice e Marokau o terceiro. Parabéns.

A melhor parte é que deu pinta de que – com Morcegão, Capitão Trocado, Ted Boy e este manza que vos escreve – encontramos uma tripulação que deu liga. E o Brasileiro vem aí. Vai que…

F1

A coletiva sorridente dos vencedores de Sepang / Mark Thompson/Getty ImagesA corrida em si nem foi essa coca-cola toda. Mas a turma caprichou. Um merdelê generalizado que terminou com um pódio absolutamente sem sorrisos. E olha que ninguém morreu. Briga na Red Bull, incômodos na Mercedes, reclamações na Force India, cagada de Alonso… A parte boa, engraçada mesmo, foi ver o Hamilton errar de boxe e entrar na McLaren com sua Mercedes. No mais, nada demais.

Fla

Jorginho em coletiva no Flamengo / Foto: LancenetAcho que o jogo de sábado foi suficiente para Jorginho entender o tamanho da roubada em que entrou. Se é verdade que não houve nenhum evento específico, nada de anormal aconteceu, nenhum merdelê, é fato que o jogo foi uma bosta (apenas para não fugir à escatologia).

Para o carioqueta, nosso tradicional ‘me engana que eu gosto’, nenhum pânico. Vamos nos classificar e até podemos ganhar. Mas teremos um ano sofrido pela frente. A ver.

2ª edição (12h)

Medalhas do campeonato estadual de Velamar22Acabei de ser informado que o Picareta terminou o campeonato em quarto. Ainda não vi o resultado oficial, não sei se foi no desempate ou se foi direto, não sei quem ficou em quinto. Mas fiz conta errada, é o que importa. Um merdelezinho, bem no espírito do post. Não sei por quê, nem lembro de ter acontecido antes, a Feverj resolveu premiar os quatro primeiros. Então e no fim das contas, os quatro supracitados e a corajosa Lúcia (que compôs a tripulação no primeiro fim de semana de disputa), levamos uma medalhinha pra casa. Como não pude ir à premiação, a minha ainda não está comigo. Mas as mocinhas vão ficar felizes quando chegar com ela em casa.

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Até que enfim

O Australiano Mark Webber saindo dos boxes / Foto: Red Bull/ Paul Gilham/ Getty ImagesPassei o ano passado inteirinho sem falar de Flamengo e F1. Sobre o primeiro, um desânimo sem fim pelos motivos que qualquer um que goste e acompanhe um pouquinho de futebol já sabem. Já sobre as baratinhas mais caras e rápidas do mundo, não sei dizer o que houve. Justamente num dos melhores anos da história, certamente o mais divertido, disputado e equilibrado entre os que eu vi.

O que importa é que hoje recomeça a bagunça, na Austrália. Na verdade, os motores já foram ligados e os carros já começaram a tirar a poeira da pista, nos primeiros treinos livres. Mas hoje (na verdade, madrugada de amanhã) acontece o primeiro treino de classificação.

A pré-temporada, com três seções em Jerez e Barcelona, foi absolutamente inconclusiva. Algo mais do que normal, levando-se em conta que cada equipe busca respostas específicas nos primeiros ensaios. Nas duas primeiras seções de Melbourne, Vettel e a Red Bull já deixaram todos de boca aberta. Será que essa superioridade vai se confirmar?

Minha expectativa é de que 2013 fosse um ano de disputas ainda mais apertadas. Como não houve grandes mudanças de regulamento, imaginava que as diferenças entre os times diminuiriam. Pelo cheiro, não. Já tem jornalista no padock apostando que o campeonato pode acabar em Monza. Será exagero?

Se o cheiro se confirmar, pelo menos na primeira corrida, se treinos e prova acontecerem nas condições normais de temperatura e pressão, a Red Bull ocuparia a primeira fila e escaparia para a vitória. Mas parece que a classificação será sob chuva e isso poderia, pelo menos, embaralhar o grid e gerar alguma emoção extra.

Na verdade, não estou preocupado não. Melbourne, historicamente, nos dá boas corridas de presente. Sou desses que sofre de abstinência. Então, o que importa de verdade, é que – sob sol, chuva ou granizo – vai começar a festa. 

Fim de férias

Alguém sabe aí de quem foi a bela idéia de voltar das férias em Spa? Sei lá, tava pensando em enviar um presente, mesmo que um regalo bobo tipo caixa de bombom, só pra não deixar de agradecer. A melhor pista do campeonato, quase sempre imprevisível (por causa do clima e porque é pista de verdade) e sempre promessa de corrida boa.

O final de semana tinha, a princípio, dois personagens óbvios: Schumacher, pelos 20 anos da estréia, e Senna. No final das contas, outras figuras acabaram aparecendo. Afinal, era Spa e a corrida, se não foi um espetáculo, cumpriu sua sina de nunca ser ruim.

O sobrinho

Começo, então, pelo brasileiro que – finalmente – pilotaria um F1 de verdade numa corrida. Já li por aí que no balanço final, a estréia de Bruno na Renault teve dois dias ruins e um excelente. Não concordo.

Na sexta-feira molhada e típica do circuito situado entre os vilarejos de Spa e Francorchamps, Bruno escapou no primeiro treino (nada estranho), em um ponto onde outros também saíram da pista, e fez um discreto 17º tempo à tarde. No sábado, sem dúvidas, brilhou. Não bastasse andar à frente do companheiro que já está a ano e meio na equipe, foi ao Q3 e abiscoitou a sétima colocação em dia de asfalto difícil por conta do molha-seca tradicional. Hoje, bobeou na largada, perdeu o bico, pagou penalidade e terminou numa comum 13ª posição, mas andando sempre no mesmo ritmo de Petrov.

É claro que poderia ter um resultado muito melhor e até conquistado pontos, mas eu diria que foi um cartão de visitas acima do esperado. Daqui a duas semanas, sua segunda prova será em outro circuito mítico e de largada muito difícil: Monza. Dependendo do resultado da briga da equipe com Heidfeld, na justiça, será sua última chance de se mostrar bom o suficiente para ter lugar no grid em 2012. O mais importante, agora, é não tirar conclusões.

O cara

Há 20 anos, a Mercedes colocou uma grana do bolso de Edie e o moleque apareceu pela primeira vez. Colocou o Jordan pouco mais que mequetrefe em sétimo no grid, mas a embreagem quebrou na primeira volta. Na prova seguinte, já estava na Benetton e o resto todo mundo já sabe.

Aí, chega o final de semana da festa. Festas, presentes, comprimentos de todos os pilotos, capacete especial e tal. Mas alguma coisa sai errado e o cara vai largar em último num carro que, como aquele, é pouco mais do que mequetrefe. E termina em quinto! Dizer que foi sua melhor corrida desde que voltou é óbvio. Dizer que, apesar da idade, pode fazer muito mais do que o carro permite, idem. Agora, tente se imaginar só por um segundo no lugar dele, ao final da corrida de hoje. Você acha que ele se divertiu?

Se durante as quatro semanas de recesso não foram poucos os boatos que poderia se retirar definitivamente ao final deste ano, não ficarei surpreso se – a depender dos resultados e do carro que tiver na mão em 2012 – acabe alongando seu contrato por mais uma ou duas temporadas.

Bicampeão

Acho que já não resta mais dúvidas né? Se alguém ainda achava que o jogo poderia virar depois das férias, o moço fez um corridaço e tratou de tirar as dúvidas. E desconfio que a foto dele no pódio nos mostra que a ficha já caiu pra ele também. Faltam só sete corridas e o que falta é a definição matemática da bagaça.

Button

Sempre foi um bom piloto, mas nunca foi muito longe. O que, de certa forma, mascarou bastante suas qualidades. Até que um dia, estava no lugar certo na hora certa e um foguete lhe caiu no colo. E foi campeão. E mudou de equipe. E tem nos dado várias aulas de pilotagem, em que pese não brigar pelo título de novo. E hoje não foi diferente. Saiu de 13º para o pódio. E apesar de brigar por posições durante muito mais tempo que seus adversários diretos, chegou ao fim com o carro mais inteiro. Se a dupla Vettel-Red Bull não estivesse em um ano abençoado, quem sabe o que poderia acontecer?

Eau Rouge

Desconfio que a ultrapassagem de Webber sobre Alonso, por fora, na curva que justifica quase todos os clichês de Galvão Bueno, já está na galeria das maiores da história.

Abstinência sem crise

É curioso, irônico talvez, que um dos piores circuitos da Fórmula 1 tenha sido a casa daquela que é considerada a maior ultrapassagem da história da categoria: Piquet sobre Senna, por fora. Se nunca viu, vale a pena procurar por aí, não é difícil de achar. Reza a lenda, inclusive, que ao final da manobra, Nélson teria colocado a mão para a fora e acenado com o dedo médio levantado. Vale pelo chiste.

Se você gosta de corrida, já sabe como foi a prova na Hungria, já leu um monte de comentários, já ficou cansado de ler todas as manchetes que exaltam a grande capacidade de Button em guiar em situações adversas e como ele é mágico ao cuidar de seus pneus. É claro que ele não é um piloto comum, ou não seria campeão do mundo mesmo com um carro imbatível nas mãos (ahhhh Rubinho…), mas descontem os exageros.

A corrida foi excelente graças à indefinição climática e condições de pista que variaram muito durante todo o tempo. E foi decidida pelo erro de avaliação cometido pelo conjunto McLaren/Hamilton. Uma bela duma cagada, na verdade, que jogou no colo de seu outro piloto a vitória em dia bem especial para ele: comemorava suas 200 largadas. E, bela coincidência, foi justamente no circuito magiar, em condições parecidas, que ele conquistou o primeiro de seus 11 troféus de vencedor.

Ao final da corrida, apesar de não estar no alto do pódio pela terceira vez consecutiva, Vettel tinha ainda mais vantagem sobre o segundo colocado no campeonato, seu companheiro Mark Webber. E ainda tem gente que não percebe que o campeonato está decidido.

Agora, férias. Serão quatro semanas de abstinência, um período pior que o intervalo entre o final de uma e o início de outra temporada, pois que temos as festas de final de ano e os primeiros testes de pré-temporada para nos entreter. Agora, dificilmente haverá até boatos.

A próxima próxima acontecerá na Bélgica e é claro que todas as equipes aparecerão com muitas novidades. E saberemos quem e como evoluiu mais. Para McLaren e Ferrari, a possibilidade de um último suspiro. Para a Red Bull, a percepção de que ainda são os melhores ou que devem colocar suas barbas de molho. Uma vez que a recuperação rápida e acentuada das rivais neste ano deverá ter resultados concretos no ano que vem.

Fun-förmigen autorennen

Ando um tanto preguiçoso para escrever. Triste ironia, justamente o que gosto mais tem me dado mais preguiça. Enquanto isso não passa, lembro que domingo teve corrida. Um corridaço na Alemanha.

A Fórmula 1 voltou a ter na Alemanha uma daquelas corridas com um nível alto de emoção e incerteza que duram do início até a bandeira quadriculada. A corrida em Nürburgring trouxe um verdadeiro jogo de gato-e-rato entre três pilotos de equipes diferentes: Lewis Hamilton da McLaren, Fernando Alonso da Ferrari e Mark Webber da Red Bull.

Este aí é o trecho de abertura do post do Ico sobre o GPem Nurburgring. Vale ler inteiro, belo comentário.

E no próximo domingo já tem corrida de novo, agora na Hungria. Traçado apertado e travado, mais um cenário em que a Red Bull deve ter dificuldades de novo. Sinceramente, pela diferença que já tem, pelas vitórias conquistadas e pelo carro excelente, acredito que os títulos de piloto e contrutores já têm dono. Pode até mudar, mas acho improvável.

Ou seja, a partir de agora, vale assistir as provas apenas para se divertir. Porque tenho certeza que serão muito divertidas.

Enquanto isso…

…Massa foi combativo e tal, mas nunca teve a chance real de brigar por nada além do quarto lugar que perdeu na última volta. Foi um erro da Ferrari, um problema de porca. Mas ele não estaria naquela situação se não tivesse perdido tanto tempo atrás de Rosberg, se não tivesse chegado quase 50 segundos atrás de Alonso. De quebra, se Vettel não tivesse cometido um erro no início da prova, o brasileiro já estaria em quinto desde o início. E o locutor oficial ainda fica naquela de Brasil-il-il, tentando enganar a audiência no “limite extremo” (sic).

…Webber renovou com a Red Bull.

…Senna andará no primeiro treino livre da Hungria, mas se Heidfeld for substituído definitivamente, o escolhido é Grosjean.

…Para encaixar todas os circuitos no calendário gigante mas ainda apertado de 20 corridas por ano, Valência e Barcelona podem passar a se revezar como GP da Espanha como já acontece na Alemanha. E para voltar ao calendário, a França propõe solução semelhante, em alternância com a Bélgica. Enquanto isso, Coréia do Sul, Bahrein, Abu Dhabi e China (além da Índia, que estréia nesse ano) seguem firmes e fortes. E a Turkia, um dos únicos Tilkódromos que prestam (ao lado da Malásia), ameaça deixar o campeonato.

Vale soprar

Pois é, teve corrida no último final de semana. Grande Prêmio da Grã-Bretanha, Silverstone. A corrida foi muito boa sim, apesar de um tanto menos movimentada do que média das provas do ano (à exceção de Valência). A Red Bull errou e Alonso venceu. A primeira dele no ano, a primeira da Ferrari desde a Coréia do Sul no ano passado. A 27ª de sua carreira, igualando o número de vitórias de Jackie Stwart.

E depois de nove corridas, Vettel continua líder com muita folga e o campeonato no bolso depois de seis vitórias e três segundos lugares.

No final da corrida, uma polêmica provocada pela turma do touro vermelho com a ordem para que Mark Webber não atacasse Sebastian Vettel na luta pelo segundo lugar. Apesar da justificativa, dizendo que se as posições fossem inversas a mesma ordem seria dada como precaução para que os dois terminassem sem acidentes e garantissem os pontos do time, Christian Horner meio que jogou fora o discurso esportivo de que a Red Bull não dava ordens de equipe e que corridas eram decididas na pista.

Mas o fim de semana foi meio chocho, sem graça, político e técnico demais por conta da discussão dos tais difusores soprados. Primeiro a proibição total, depois libera um pouquinho, quem vai levar vantagem, quem vai perder… Basicamente, por quê mudar as regras no meio do jogo?

No final das contas, a (teoricamente) maior beneficiada venceu a prova. Mas por um erro da (teoricamente) maior prejudicada, nada a ver com o tal difusor.

Agora, depois de muita discussão, as equipes chegaram a um acordo para que tudo volte a como era antes, tudo liberado. E a FIA ratificou.

Pra comemorar o fim das discussões, uma coleção de fotos que andam circulando por e-mail. Imagens de um tempo em que a Fórmula 1 era menos política e artificial. Não, nenhuma ode ao passado, nenhum arroubo saudosista. Apenas uma maneira de mostrar que dá pra ser muito legal sem os cenários absurdos de Bernie, os cotovelos óbvios de Tilke, a pasteurização de assessores e consultores, a assepsia extrema. Cenas curiosas e impossíveis de se assistir hoje, como o lanche de Stewart dentro do cockpit. Quem me enviou foi o amigo Mauricio Lopes, um amigo que também tinha um blog, mas ficou preguiçoso.

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Detalhes tão pequenos de nós dois

Encontrei esse vídeo no blog do Flavio Gomes. As voltas de Vettel e Webber que definiram suas posições, primeiro e segundo, no grid de largada para o GP da Turquia. É interessante ver onde e como um piloto leva vantagem sobre o outro, ainda que eles tenham o mesmo carro.

Mesmo sabendo que o piloto australiano é excelente, façamos um exercício de imaginação. Multipliquem todas essas pequenas diferenças por todas as voltas de todas as corridas de um campeonato inteiro. Descartem eventuais erros de estratégia e alguns lances de azar. Deu pra entender porque um foi campeão tão novo e o outro ficou no quase apenas uma vez em trocentos anos de carreira? Ah, lembrou que não precisou descartar os tais eventuais erros de estratégia e alguns lances de azar? Pois é.

Ecos da muralha

Em entrevista na Turquia, Webber deu a seguinte declaração sobre seu desempenho excepcional no GP da China, em que saiu da 18ª para a terceira posição:

Provavelmente, muito mais gente gostou da minha atuação na China mais do que eu, para ser honesto. Quando você se depara com pilotos como Fernando, Jenson, Felipe e Nico, esses caras, e você tira 2s5 por volta, é ótimo, mas não é muito recompensador, em termos de como você os ultrapassou.

Apesar das corridas muitíssimo movimentadas por conta dos novos pneus e da asa traseira móvel, é possível perceber que há o entendimento, por parte dos pilotos, do quanto tudo é meio que artificial.

Mesmo assim, não se pode esquecer que o jogo é o mesmo para todos. O que nos leva à conclusão de que – no final das contas e como sempre aconteceu – terminam na frente os melhores conjuntos carro-piloto. Salvo os cataclismas de ocasião.