Do banco

Oposição é como jogador no banco (de reservas). Torce para o titular quebrar a perna.

Infelizmente, passou batida por mim a tirada de Lula em jantar de homenagem promovido pela FIESP na semana passada. E aí, olhando só um pouquinho para a quantidade de problemas que Dilma já enfrenta em pouco mais de seis meses de governo, lembro que 2014 está logo aí. E tem até Copa do Mundo programada, momento significativo para que um reserva saia do banco e conquiste a taça…

Como podem ver, apenas uma reunião de ironias e metáforas pobres.

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…e andando

Não tenho língua papal nem muitas papas, mas a vulgaridade do ‘doutor’ é espantosa. Não a vulgaridade, sei lá. É a empáfia, a arrogância e a prepotência, o escárnio e o deboche. A tal figura só temeria e baixaria seu topete gris se fosse mal falada no ‘JN’. Mas o tio que lá edita escolhe as principais notícias tal como seus seguidores fazem com suas gravatas, já que sabe bem que as portas daquela casa estão sempre abertas e convidativas. A tal figura aí é a expressão máxima da banana que a personagem de Reginaldo Faria dá ao Brasil no fim de ‘Vale Tudo’, novela da época do tango que repassa nos dias atuais. A banana vai ser dada daqui quatro anos, num teórico pós-Copa em que provavelmente a parte de exceção da imprensa vai estar debatendo o rombo, os elefantes brancos e a ausência dos legados da competição. A banana é, por que não, posta virtualmente em nossos rabos. Há quem goste e que ajude a descascar. Tem gosto pra tudo. Nos pés devidos, as chuteiras da pátria ajudam a enfiar.

A imagem acima está no blog do Juca Kfouri. O texto é trecho do post de Victor Martins em seu blog. O tema é o mesmo: Ricardo Teixeira e suas declarações na revista Piauí. Vale muito a leitura.

A pior do ano

E a Fórmula 1 em Valência, o GP da Europa, que bosta…

Quem se deu ao trabalho, assistiu ontem à pior corrida do ano. A pista – projetada por Tilke em meio à fantástica marina – é tão vagabunda que não houve pneu de farelo nem asa móvel suficiente pra fazer milagre.

O que houve de notícia mesmo, nos últimos dias, foi a FIA tentar acabar com o domínio da Red Bull e de Sebastian Vettel. Do jeito que as coisas vão, não será estranho se o campeonato for decidido na Bélgica ou Itália. Com medo de que isso afugente a audiência, mudaram as regras no meio do jogo. Duas, pra ser exato.

Desde Valência já não é mais possível utilizar um mapeamento diferente de motor, entre classificação e corrida. Ninguém nunca vai admitir, mas o objetivo era evitar que Vettel conquistasse suas poles de maneira tão fácil. E não adiantou nada, o alemão saiu na frente. E lá continuou, sem dar qualquer chance a ninguém, até a bandeira quadriculada.

A outra mudança vale a partir de Silverstone, próxima corrida. Uma mudança bem radical na aerodinâmica dos carros, com a proibição do difusor soprado. Basicamente, os gases do escapamento são jogados pra frente, passam por baixo do assoalho e – ao ser expelido pelo difusor – geram mais downforce. Como os carros de Adrian Newey são os mais eficientes aerodinamicamente, em tese são os que perderiam mais. Mas, não sei por quê, estou desconfiado de que o cenário não vai mudar nada.

A essa altura, oito corridas, seis vitórias e dois segundos lugares. E ainda tem gente que acredita que o campeonato está aberto.

Motores

A novidade do dia é uma tal carta assinada por 17 dos 19 circuitos do calendário, contra a mudança dos motores imposta pela FIA e corroborada – depois de alguma negociação – pelas equipes.

Quem gosta do assunto deve lembrar que a FIA instituiu novos motores 1.6L turbo com quatro cilindros a partir de 2013. Os objetivos, oficialmente, eram reduzir o custo, ser um pouco mais verde e atrair novas fabricantes. Extra-oficialmente (tem hífem?), uma negociação com a Volkswagen e sua eterna promessa de um dia entrar na F1, fosse com a Porsche, fosse com a Audi.

Depois de um bom bocado de boatos, birras e picuinhas, além do fim das conversas com a montadora de Ingolstadt, ficou acertado que a mudança acontecerá em 2014: motores 1.6L com seis cilindros em V e limitação de 12 mil giros.

Acontece que Bernie Ecclestone (de mãos dadas com Ferrari e McLaren) é contra e costurou a rebelião dos autódromos (dos organizadores, na verdade), que reclamam – entre outras coisas – que o barulho diminuirá, que isso faz parte do show e que isso afastará o público. Entre as exigências, que sejam liberados os 18 mil giros.

Basicamente, mais uma novelinha…

Liberou geral

Vocês lembram que, em 2007, o Rio foi sede dos Jogos Panamericanos? E vocês lembram a farra, o rombo provocado pelas obras e organização? Não há relatório de tribunal de contas, por mais incisivo e objetivo que seja, que consiga provocar as devidas ações na justiça contra os responsáveis pela farra, pelo prejuízo. Esse sim, o grande legado para a cidade, estado e país.

Pois há trocentos anos o Brasil foi anunciado como a sede da Copa 2014 e Olimpíadas 2016. E apesar de todo o prazo e de todo o discurso – vazio como sempre – de que quase não haveria dinheiro público envolvido, que a iniciativa privada isso, que a iniciativa privada aquilo etc., as parcerias não existem e as devidas instâncias de governo, avalistas dos dois eventos, vão ter que colocar a mão no bolso. Nosso bolso, claro.

Pois ontem foi aprovada, na câmara dos deputados o projeto de lei que estabelece o Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC), basicamente a flexibilização da lei de licitações (8.666/93). Oficialmente, o objetivo é agilizar as obras de preparação para os dois grandes eventos, principalmente no que diz respeito aos aeroportos (o texto aprovado cria a Secretaria de Aviação Civil, mais uma com status de ministério).

Como estamos cansados de saber, apesar de toda a burocracia e modelos de controle, tudo o que envolve licitação por essas bandas é feito sob suspeita de corrupção. Afinal, o hábito faz o monge. Imaginem agora, que não haverá teto para alteração dos contratos, que o governo só informarão os órgãos de controle quando achar conveniente, e que nada poderá ser divulgado.

Ainda há destaques da oposição que podem mudar o texto (serão apreciados no dia 28), mas com o resultado de 272 X 76 não dá pra ficar muito esperançoso. O Ministério Público também não ficou satisfeito, mas também sabemos como é ágil o nosso judiciário.

Então, só pra completar o clima de liberou geral, uma informação – no mínimo – curiosa. O relator do projeto foi José Nobre Guimarães (PT/CE), irmão de José Genoíno e para quem trabalhava o tal assessor que foi pego tentando embarcar para Fortaleza, em 2005, com U$ 100 mil na cueca (além de uma bolsa ou pasta, sei lá, com R$ 200 mil).

Tirem suas próprias conclusões.

Crônica de sexta-feira (8)

A BH é minha, a Copa é do Mundo

A Copa do Mundo da FIFA é, sem dúvida, um dos maiores eventos do mundo e é claro que o país, o estado e a cidade devem se preparar. Mas o que são “o país, o estado e a cidade”, se não as pessoas? Se tudo der certo, as pessoas fizeram tudo certo. Se der errado, foram as pessoas que erraram. Então, resolvi, desde já, porque o tempo corre muito mais que aqueles antigos jogadores das pontas, fazer a minha parte, como cidadão belorizontino. Porque mudar hábito das pessoas não é tarefa pra um dia, uma semana, um mês. É coisa de longo prazo e não serão lindas propagandas televisivas que irão conseguir isso, nem tampouco depoimentos das autoridades, esportivas ou políticas, sobre o andamento dos trabalhos. Só as pessoas e somente elas (nós) é que irão conseguir ações de gentileza urbana, essenciais para o sucesso e sustentabilidade do evento e da nossa querida cidade.

Da mesma forma que o vencedor da Copa será um time muito bem preparado, treinado, motivado, integrado, assim também terá que ser com as pessoas da cidade: treinadas, conscientizadas, motivas, integradas.

Portanto, seguem abaixo algumas ações que considero fundamentais serem rotinas para o período de jogos no Mineirão, depois daquela primeira edição em solo mineiro, no saudoso ano de 1950, no campo do Sete de Setembro, também conhecido como Independência, palco de uma tremenda zebra do futebol – Estados Unidos 1 x 0 Inglaterra, no dia 29 de junho.

– Os proprietários de veículos com 15 ou mais anos de fabricação, como Escort, Monza, Corcel, Pampa, Variant, Opala, Fusca, Tempra, Apollo, Galaxie, Kombi, Belina, Verona, Logus, Gol, TL, Chevette, Brasília, Fiat 147 e tantos outros menos lembrados, que não estejam em condições legais (de acordo com a lei) de circular, devem restringir seus deslocamentos ao extremamente necessário, principalmente nos pontos turísticos como a Savassi, Praça da Liberdade, Pampulha, Centro, Mangabeiras, dentre outros.

Por que? É simplesmente constrangedor ver esses – ilegais – veículos circulando por aí, poluindo, quase soltando pedaços da carroceria, arriscando a vida de seus e dos outros motoristas e dos pedestres. Mas, atenção proprietários desses e outros veículos “velhos” em bom estado de conservação: por favor, circulem à vontade e por toda a cidade, é bom demais ver um carro desses bem cuidado, conservado, bonito;

– se você vir um grupo de turistas na rua (vai ser fácil identificá-los, não é mesmo?), repare bem, veja se eles estão procurando algo, alguma informação, orientação. Seja pró-ativo, coloque-se à disposição para ajudar, informar e orientar;

– em um boteco (nome que culturalmente damos a bares, restaurantes e lanchonetes), se um grupo de turistas entrar e o recinto estiver lotado, veja se é possível arrumar cadeiras e mesas, se tem alguém pagando a conta, se dá pra apertar em alguma mesa, inclusive a sua própria. Afinal, BH é ou não é a capital mundial dos botecos?

– Os síndicos – juntamente com os condôminos – precisam caprichar nas fachadas dos prédios, sejam residenciais ou comerciais. Nada de pichação, parede com infiltrações, marquises que colocam em risco os pedestres, roupas dependuradas, pinturas quase inexistentes, acabamentos quase despencando. Nada disso. Temos edificações lindíssimas em nossa cidade, antigas e modernas, que merecem ser vistas e admiradas;

– e o seu cachorro? Gosta de fazer as necessidades na rua? Tudo bem, o passeio com ele é pra isso mesmo. Só que você tem o dever de cidadão de recolher e descartar adequadamente;

– empresários do transporte coletivo, por favor, adotem em suas frotas os ônibus de piso baixo. Por que 3 ou 4 degraus pra entrar e sair do ônibus? Idosos, obesos e pessoas com deficiências vão agradecer muito, assim como os demais passageiros. Com a roleta, a mesma coisa: não dá pra ser um pouquinho mais larga? Conforto é bom e a gente gosta. Tenho certeza que os fabricantes das carrocerias irão colaborar com esta iniciativa;

– na construção civil, vamos pintar os tapumes das obras com motivos inerentes às ações de cidadania, à nossa Beagá, às nossas Minas Gerais e, claro, ao futebol;

– alô galera da BHTrans: que tal estudar a implantação de ‘direita livre’ ou ‘esquerda livre’ em diversos cruzamentos onde isso é possível? Eu sei de uma porção de cruzamentos em que isso seria possível, é só começar que vai dar certo. O foco tem que ser na atenção aos pedestres e ao trânsito;

– lixo é na lixeira! Tem frase mais óbvia?! Tem iniciativa mais simples e cidadã do que essa? Devemos entender como lixo desde um simples palito a qualquer tipo de embalagem. Só quem já andou por esse mundo afora pode entender o quanto a limpeza faz bem aos olhos, aos corações e às mentes. E só nós, que moramos aqui, podemos iniciar e manter tal brilhante, fundamental e simples ação em favor de nós mesmos e da nossa querida cidade;

– vai hospedar um (ou mais) turista em sua residência? Que ótimo! Procure identificar outros familiares, amigos ou conhecidos que farão o mesmo e forme uma rede de contatos. A integração entre vocês irá facilitar muito e os visitantes serão melhor recepcionados, com a troca de ideias e informações;

– viu um cambista vendendo ingressos a preços abusivos? Ligue para o Disque Denúncia! Se, por acaso, você ficar com algum ingresso sobrando, procure vendê-lo a preço justo, comprador é o que não vai faltar e você não terá prejuízo.

Agora, a última recomendação: pra que esperar até 2014? Que tal começarmos, juntos, todos nós, escolas públicas e particulares, UFMG e demais universidades, profissionais liberais – especialmente os de Comunicação, o Movimento das Donas de Casa, vereadores, secretários, prefeito e governador, deputados e senadores, empresariado, CDL, Banda Mole, Clube da Esquina, músicos e demais artistas, grupos Corpo e Galpão, órgãos patronais de classe, Comida de Boteco, sindicatos, FIEMG, ONGs, enfim, a belorizontice toda…

Que tal conhecer, apaixonar-se por ela e praticar a gentileza urbana (que considera muitas e muitas outras ações além das citadas acima) a partir da próxima segunda-feira? Afinal, um time vencedor precisa treinar muito, né?)

Viva a campanha A BH é nossa! A Copa é do Mundo! (direitos autorais registrados, os leitores são testemunhas).

Um bom fim de semana.

Rodrigo Faria

Como vocês viram, os preparativos para a Copa de 2014, que terá Belo Horizonte como uma cidade-sede, motivaram a crônica de hoje. E como bom mineiro que é, Rodrigo trata de cuidar de sua cidade.

Mas bom mesmo seria que todos adotássemos essas práticas, esse comportamento, em todos os lugares, com ou sem Copa, com ou sem Jogos Olímpicos. Faltaria pretexto? Viver bem em um lugar bom não é suficiente?

Sei lá, a gente se acostumou a reclamar do governo, todos eles, por qualquer coisa. Eu mesmo sou um que vive reclamando. Mas será que a gente cuida da nossa parte?

Asa quebrada

Todo mundo já ouviu aquele papo de grandes eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas deixam um legado para o país e para a cidade sede. Aqui no Rio, nós bem sabemos qual foi o legado do Pan 2007. Alguns elefantes brancos, um autódromo destruído, uma vila que é um mico e só.

Pois para atender a demanda de público de uma Copa do Mundo, um dos problemas do Brasil – mais do que conhecido de todos nós – é a Infraero e seus aeroportos deficientes. Há décadas. E num país continental em que não existe malha ferroviária comum e muito menos de alta velocidade, temos aí um gargalo absurdo.

Mas todas as promessas foram feitas, claro. Investimentos monumentais, obras a jato, teremos o que há de mais moderno no mundo e coisas do gênero.

E não é que o IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgou um estudo dizendo que nove dos 13 aeroportos, em obra para a Copa não ficarão prontos. Pode piorar: Curitiba está na conta do chá. Ou seja, podem ser 10 dos 13. Pode piorar: o estudo já avisa que alguns aeroportos – como Guarulhos –, mesmo que fiquem prontos, foram subdimensionados, e já estariam em sobrecarga durante a Copa. Não é uma beleza?

Vejam alguns trechos do estudo Aeroportos no Brasil: investimentos recentes, perspectivas e preocupações.

Toda obra de infraestrutura de grande porte no Brasil deve cumprir uma série de etapas até sua finalização. Inicialmente, há a elaboração do projeto, seguida da liberação da licença ambiental por parte do Ibama, da aprovação do TCU quanto à adequação de custos, da licitação e, finalmente, das obras.

(…)

A análise do plano de investimentos para os 13 aeroportos da Copa sugere que as obras foram planejadas com subdimensionamento da demanda futura.

(…)

Apesar de insuficiente, a Infraero possui um plano de investimentos de R$ 1,4 bilhão ao ano (entre 2011 e 2014) para 13 aeroportos brasileiros, visando a Copa de 2014. Isso representa mais do triplo da média anual investida entre 2003 e 2010 pela empresa, que foi de R$ 430 milhões. Porém preocupa a baixa eficiência na execução dos programas de investimentos, que na média do período realizou apenas 44% dos recursos previstos.

Então, é esse tipo de legado os organizadores da Copa deixarão para nós, brasileiros comuns.

Hora de voltar pra casa

Ainda falando de esportes, agora só de futebol. Desde a confirmação de Ronaldinho Gaúcho no Flamengo venho pensando a respeito da volta de jogadores que foram para a Europa, não importando se para o Barcelona ou o CSKA.

A verdade é que estamos vivendo um período, que se estenderá até 2014, de interesse pelo Brasil. E estou falando de grana. Por conta da realização da Copa, todo mundo que puder tirar uma casquinha, vai tentar. Isso quer dizer que se os clubes forem relativamente inteligentes saberão maximizar suas parcerias com empresas, patrocinadoras. Em valores e quantidade.

Afinal, será muito interessante, do ponto de vista publicitário, ter contrato com jogadores que vestirão habitualmente a camisa amarela ao longo dos próximos anos. Mesmo que, no final das contas, o cara não jogue a Copa. Afinal, só cabem 23.

O que estou tentando dizer (e sinceramente não sei se estou sendo claro) é que o negócio futebol tende a crescer muito nos próximos anos e trouxas serão aqueles que não souberem aproveitar as oportunidades. É hora de abrir o caixa para segurar quem ainda não cruzou o Atlântico ou trazer de volta quem foi dar umas bandas por lá.

Mudando de assunto sem sair do tema, sempre foi discutido por aqui se realmente valia a pena o cara largar um Flamengo, um Grêmio, um Corinthians para jogar por clubes menores do velho continente. Porque se o sujeito vai jogar no Sevilla, ele sabe que nunca vai ganhar nada, título nenhum. Se vai para um CSKA, não aparece nem na TV. Ou seja, a carreira do sujeito dá adeus a inúmeras chances que estão diretamente relacionadas a estar em evidência em um grande clube.

Pois o Rica Perrone publicou belo texto sobre o tema.

Aqui se ganha, hoje, perto do que se ganha lá. O cara não sai mais para ganhar 500 ao invés dos 100 aqui. Ele vai ganhar 450 ao invés dos 300 aqui. O que na minha opinião já se torna discutivel, pois certas coisas não tem preço.

Vai jogar no Real? Porra, sensacional! Milan? Manchester? Ótimo.

Agora… tu vai trocar um Inter, um Santos, um Flamengo pelo Besiktas, pelo Shalke 04 e vem chamar isso de realização profissional?

Nem no bolso, meu camarada. Porque daqui 6 meses só sua mãe lembra de você. E isso é DESVALORIZAÇAO, não crescimento profissional.

Clique aqui para ler o texto inteiro. Concordei em gênero, número e grau. E acrescento: para jogar em time médio da Europa, faça o mesmo por aqui. Porque a grana está disponível e não será entregue apenas aos 12 grandes. Ou seja, todos os outros clubes da Série A e vários da Série B têm potencial para receber bons investimentos.

De quebra, bons marqueteiros saberiam fazer render belamente os contratos mais longos por aqui para criar identificação entre jogadores, clubes e torcidas, usando o antiquado amor à camisa como argumento.

2ª Edição

O Marcelo Barreto é um cara que admiro. Não o conheço, na verdade, estou falando de pontos de vista, de textos, do jornalista. E ao dizer que não sabe se é diferente, ele mostra o quanto é diferente. Vale clicar aqui para ler sua análise sobre o mesmo texto do Rica Perrone que citei aí em cima.