Crônica de sexta-feira (11)

Bobo da corte

TronoEstão está lá o sujeito, vivendo como um rei. Horas, noite e madrugada adentro. Nasce o sol e lá está a majestade.

E com o dia que chega, a esperança de – ao ver a prole enviada aos estudos – ter sua rainha cuidando de si.

Vã. Afinal, tempos modernos. Enquanto as mocinhas vão à escola, a moça vai à labuta.

E ele lá, meio abandonado, rindo de si, tal qual um bobo da corte.

Ao menos lhe resta o trono. Mas é bom não abusar, pode quebrar. É de porcelana.

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