Quanto custa uma princesa?

Princesa / Foto: Gustavo Sirelli

A promessa de felicidade e realização se encerra imediatamente após o ato de consumir, seguido então por uma nova necessidade de consumo.

Por meio dos objetos consumidos os indivíduos se relacionam com o grupo ou dele se excluem. O valor de cada um está na sua capacidade de consumir.

(…)

A presença do consumo como categoria de inclusão dá-se então muito precocemente e a publicidade dirigida especificamente ao publico infantil só contribui para incutir esse sistema de representação simbólica através do qual o indivíduo ocidental registra a sua existência.

Os produtos consumidos, no entanto não se encerram em si como apenas objetos materiais, mas vem carregados de valores que realimentam o sistema e disseminam a cultura do consumo para além do ato de consumo isolado.

(…)

As princesas da Disney, no entanto, não são simples adaptações de contos de fadas. Elas são apresentadas às meninas como objetos de consumo, modelos de comportamento feminino e de um padrão de beleza (…) com poucas variações étnicas. As personagens (…) são agora apresentadas prontas, imutáveis e inflexíveis, independente do contexto do espectador.

Mariana Alcantara Gomes e Julia Novaes Silva

Clique aqui para ler o artigo na íntegra.

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