Ah, os detalhes…

Já há alguns anos a Nextel mudou sua comunicação. A história do clube. Aí, vem lá o personagem andando sempre na direção da câmera, falando um pouco da sua vida etc. e tal, até chegar na frase chave: “esse é o meu clube”.

Não sei se é uma estratégia da empresa no Brasil ou se é global. E não estou preocupado com isso. Apesar de achar estranho que a Nextel tente se posicionar como uma empresa descolada que oferece um produto/serviço moderninho.

Enfim, chegamos – é o que parece – ao final da campanha, com todos (ou quase todos) os personagens reunidos em um único cenário que é nitidamente baseado nas obras de Escher, o que acho muito legal.

Mas há uma falha que, para mim, é absurda nos filmes que estão circulando por aí já há algumas semanas. Só um detalhe fundamental. Vejam um deles e tentem descobrir.

Pombas, como é que o Herbert Vianna, uma das estrelas da campanha, vai se locomover pelo cenário (imaginando que ele fosse real) que só tem escadas? Inspirados pela belíssima trilha sonora, vão todos juntos carregar a cadeira de rodas do músico?

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2 comentários em “Ah, os detalhes…

  1. Rafinha Bastos, aquele que tem a lingua mais rapida do que o cerebro (veja online): ao falar de uma operadora de telefonia móvel que teria um serviço usado apenas “por prostitutas e traficantes”, (…) “É celular usado por traficante, e o pior é que eles sabem disso”, falou, se referindo à operadora. “Não é à toa que têm o Fábio Assunção como garoto-propaganda.”

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