…e andando

Não tenho língua papal nem muitas papas, mas a vulgaridade do ‘doutor’ é espantosa. Não a vulgaridade, sei lá. É a empáfia, a arrogância e a prepotência, o escárnio e o deboche. A tal figura só temeria e baixaria seu topete gris se fosse mal falada no ‘JN’. Mas o tio que lá edita escolhe as principais notícias tal como seus seguidores fazem com suas gravatas, já que sabe bem que as portas daquela casa estão sempre abertas e convidativas. A tal figura aí é a expressão máxima da banana que a personagem de Reginaldo Faria dá ao Brasil no fim de ‘Vale Tudo’, novela da época do tango que repassa nos dias atuais. A banana vai ser dada daqui quatro anos, num teórico pós-Copa em que provavelmente a parte de exceção da imprensa vai estar debatendo o rombo, os elefantes brancos e a ausência dos legados da competição. A banana é, por que não, posta virtualmente em nossos rabos. Há quem goste e que ajude a descascar. Tem gosto pra tudo. Nos pés devidos, as chuteiras da pátria ajudam a enfiar.

A imagem acima está no blog do Juca Kfouri. O texto é trecho do post de Victor Martins em seu blog. O tema é o mesmo: Ricardo Teixeira e suas declarações na revista Piauí. Vale muito a leitura.

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