A última flor

Ainda nossa querida língua, ainda o problema do livro didático aprovado e distribuído pelo MEC. A dica chegou pelo Facebook, postada pelo Giorgio (que anda um tanto meditabundo ultimamente).

E agora, pensando aqui nessa tirania da norma culta, fico imaginando se ela não é empregada com esse fim, por certos fiscais dogmáticos. Não devia ser, porque, afinal, ela é necessária para preservar e aprimorar a precisão da linguagem científica e filosófica, para refinar a linguagem emocional e descritiva, para conservar a índole da língua, sua identidade e, consequentemente, sua originalidade. Ao contrário do que entendi de certas opiniões que li sobre o assunto, a norma culta não tem nada de elitista, é ou devia ser patrimônio e orgulho comuns a todos. Elitismo é deixá-la ao alcance de poucos, como tem sido nossa política.

O texto é trecho de artigo de João Ubaldo Ribeiro no Estadão. Clique aqui para ler inteiro.

E para começar bem a semana, outra dica. O vídeo, sobre o meu querido trema, foi enviado pela Carla Pacheco.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Querido U, posted with vodpod
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Um comentário em “A última flor

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