Pra quê pensar?

Vivemos mesmo em um mundo pasteurizado, em que todos a nossa volta esperam que tenhamos o mesmo modo de agir e pensar. Uma visão ampliada, exponencial, do politicamente correto, em que até as tribos – pretensos símbolos de resistência comportamental – são predefinidas e adequadas ao modus operandi global.  Um brinde à inexpressividade.

Mas, o que aconteceria se resolvêssemos não seguir a cartilha, ser, viver, defender, insistir em valores, posturas e atitudes independentes e/ou divergentes?

Quando foi que o mundo começou a nos transformar em meros repetidores, teleguiados, um belo e manso rebanho de ovelhas e, em muitos casos, infantilizado? E quando foi que não nos demos conta disso (ou será que demos) e não fizemos qualquer movimento de resistência?

P.S.: E ainda há gente por aí que não enxerga o quão estratégico é o papel da Comunicação.

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Um comentário em “Pra quê pensar?

  1. Gustavo,
    Vivemos um tempo de crise meta-moral, temos as ferramentas da comunicação mas por causa dessa crise a comunicação é brusca e não rápida como alguns pensam. É preciso valorizar a vida e seus sistemas de suporte.

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