A chuva, como sempre

Uma chuva como essa sempre vai causar muito transtorno, mas esse transtorno é exagerado, é exarcebado pelo problema de infra-estrutura da cidade.

Eduardo Paes

Não é brilhante (além de irônico) a declaração do sujeito que passou a vida se preparando para ser o melhor prefeito da história do Rio de Janeiro?

Outro detalhe sobre a chuva desta noite foram as sirenes nas ‘comunidades’, instaladas após as chuvas do início do ano. Ótimo, houve alguns deslizamentos e parece que o deslocamento da população ajudou mesmo a salvar vidas. Parabéns. Mas por que ninguém, nem o prefeito nem qualquer outra autoridade, fala sério sobre a desocupação das encostas?

E já que falamos de chuva, não podemos esquecer do nosso eficientíssimo governador, de outros prefeitos do estado e de nossa querida presidenta. Porque o mundo desabou sobre o Grande Rio, especialmente Niterói, no dia 6 de abril de 2010, há um ano e 20 dias. E até hoje há muitas e muitas famílias vivendoem abrigos. E ninguém lembra, ninguém fala nem faz nada.

Na região serrana, onde a tragédia foi no início deste ano, o quadro é ainda pior. A comoção acabou, passamos carnaval e páscoa. E, entre muitos outros problemas sem solução, ainda há famílias vivendo em barracas de campanha.

Como podem ver, vamos bem.

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