Pelas barbas do faraó

Não, não sou estudioso do Egito. Também não pretendo fazer qualquer análise sobre a crise do país, os protestos, a repressão etc etc etc. Nem estou acompanhando o caso com a atenção que devia, confesso.

Mas há um dado muito curioso nesta confusão: já repararam que todas as nações que garganteiam sobre liberdades e democracias, não fizeram qualquer movimento concreto para tentar mediar e interromper a briga? Que de maneira nem um pouco velada ainda apóiam um sujeito que está há 30 anos no poder?

 

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3 comentários em “Pelas barbas do faraó

  1. O que mais me deixou feliz com esta história é que o povo foi a porta dos museus evitar que os manifestantes fizessem vandalismo com a memória do país.
    Uma aula de cidadania e de espírito cívico.

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  2. É que as tais nações devem lembrar do que veio depois da ditadura de Reza Palev no Irã… Prudência e canja de galinha nessa hora, porque o principal grupo a apoiar (e fomentar) os protestos no Egito, a tal Irmandade Muçulmana, tem cheiro, cor e sabor de uma ditadura teocrática. Quando Mubarak cair, pelo que será trocado? Vai ficar melhor? Para quem? A que custo? Eu prefiro acompanhar sem me deixar levar por certo entusiasmo que vejo tomar conta dos bocós de sempre. Tomara que minha impressão esteja toda errada, mas por hora ainda vou usar o filtro da História.

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