Desde 1959

De pé: Lima, Zito, Dalmo, Calvet, Gylmar e Mauro. Agachados: Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe.

De pé: Lima, Zito, Dalmo, Calvet, Gylmar e Mauro. Agachados: Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe.

E o Robertão e a Taça Brasil, agora, são Campeonatos Brasileiros. Não, não vou ficar de picuinha porque – com essa decisão – o Rio-São Paulo ganhou valor de Brasileiro. Sejamos razoáveis, naquele tempo só existia futebol de verdade nas duas pontas da Dutra.

Mas essa decisão traz algumas curiosidades. Primeiro é preciso entender que a decisão da CBF foi pela equiparação e não pelo reconhecimento. Afinal, os títulos dos dois torneios sempre foram reconhecidos, a eles sempre foi dada a importância devida. O que muda é que, a partir de hoje, Taça Brasil e Robertão valem como Brasileirão.

Com isso, além de passarmos a ter um pentacampeão brasileiro legítimo (Santos de 61 a 65), temos dois octacampeões brasileiros: Palmeiras e o próprio Santos.

Aliás, para a torcida arco-íris que não se conformava pelo fato do Flamengo ter conquistado dois cariocas no mesmo ano (1979), vai fazer o quê? Arrancar as calças pela cabeça? Pois o Palmeiras, com essa decisão, passou a ser bicampeão brasileiro no mesmo ano (1967). E 1968, que passou a ter dois campeões brasileiros: Botafogo (Taça Brasil) e Santos (Robertão)?

Botafogo, que agora é bi e tem Mané e companhia limitada reconhecidos, assim como o Cruzeiro e o time histórico de Tostão e Dirceu Lopes.

O Atlético Mineiro perdeu o posto de primeiro campeão brasileiro (1971) para o Bahia (1959), que agora é bi. Andrade e Zinho deixam de ostentar o orgulho de conquistar o título mais vezes como jogadores (cinco), honra que passa a ser de Pelé, Melgálvio e Coutinho (1961-65 e 1968), sempre pelo Santos.

E agora, a torcida pode gritar a plenos pulmões e com razão, ao contrário de alguns dias atrás, que o Fluminense é tricampeão brasileiro. Parabéns.

Agora, a CBF podia aproveitar o embalo e resolver a cagalhopança que seu presidente e vice, Octávio Pinto Guimarães e Nabi Abi Chedid, fizeram ao lado de Eurico Miranda em 1987.

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