Setentinha

Ontem foi aniversário de Interlagos. Setenta anos de história, muitas fases distintas desde a inauguração em 1940 até a reforma que – apesar de ter destruído uma das melhores pistas do mundo – salvou o autódromo. Pouca gente sabe, mas Interlagos escapou por pouco de se transformar em conjunto habitacional.

Fui a Interlagos três ou quatro vezes, no máximo, e a história de minha última visita está aqui. O traçado antigo, só vi pela televisão, na época que a Bandeirantes transmitia as corridas da Stock Car. Uma época em que Paulo Gomes e Ingo Hoffman contornavam a Ferradura a bordo de seus Opalas.

E, ao comemorar o aniversário do autódromo paulista, é impossível para um carioca apaixonado por corridas de automóveis não entrar em depressão pelo que o ex-prefeito e o presidente do COB fizeram com Jacarepaguá.

Em São Paulo, Um, Dois, Retão, Três, Quatro, Ferradura, Lago, Oposta, Sol, Sargento, Laranja, S, Pinheirinho, Bico do Pato, Mergulho, Junção, Café, Boxes. Renovado, S do Senna, um trecho na contramão do original, 70 com corpinho de 20. No Rio, Molykote, Pace, Nonato, Norte, Retão, Sul, Girão, Morette, Lagoa, Box, Vitória. Mutilado, um moribundo abandonado…

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