Brujas e hermano rojo y negro

bruxaDesde sábado, o meu mundo esportivo anda um tanto quanto conturbado. Digo meu mundo porque resolvi falar do que realmente me interessa.

Bruxa do sul

Pra começar, o Picareta finalmente voltou pra água, depois de quase dois meses. Finalmente. Que saudade da porra que eu estava do barco e da raia. E o sentimento não era diferente com Armando e Morcegão. Pra completar a tripulação, levei o MP – amigo de mais de 20 anos – para estrear na proa. Resumindo, tudo para ser um sabadaço. 

A regata era do cinqüentenário do Praia Clube São Francisco e na instrução de regata havia alguns percursos bem interessantes. Mas é claro que a comissão de regatas escolheu o mais curto. Foi a primeira decepção do dia. A segunda veio na largada. Se tem uma coisa que sempre fizemos bem (raríssimas foram as exceções) foi largar. E largamos mal demais. Com o vento sul fraquinho que soprava, a chance de chegar bem foi para o brejo. Ainda recuperamos alguma coisa, chegando em quinto, mas não foi bom não. E no final, só uma hora e meia de prova, o que não deu pra matar a vontade.

Pra completar, ontem recebemos e-mail adiando a regata Ilha do Pai, que aconteceria no próximo sábado, em homenagem ao dia dos pais. Uma das melhores e mais longas provas da temporada, com – no mínimo – três condições básicas muito diferentes de mar e vento, na Enseada de São Francisco, Baía de Guanabara (entre Morro do Morcego e Fortaleza de Santa Cruz) e mar aberto. Fazer o quê?!

Bruxa do leste

O domingo começou muito melhor do que eu esperava. Na largada do GP da Hungria, Massa teve lampejos de alguns dos melhores pilotos da história e pulou de 3º para 1º, passando Hamilton por fora, como Piquet fez com Senna naquela mesma curva. Largada de almanaque. Durante a prova, tudo perfeito. Mas, faltando três voltas, a linda vitória foi pelos ares com a fumaça que escapou do motor estourado da Ferrari. Pelo menos o Piquet voltou a pontuar e ainda despachou o Trulli com uma classe e uma voracidade de bater palmas.

cavalo-paraguaioBruxa paraguaia

Pra completar, o Flamengo. Estava tentando não tocar no assunto, mas depois da derrota de ontem para o Goiás, não deu.

O Flamengo começou o brasileiro nos cascos, de certa forma uma surpresa depois da maneira como Cabañas e Cia. nos tirou da Libertadores. E liderou o campeonato por 10 rodadas. Tínhamos, com certeza, um dos 3 ou 4 melhores elencos do Brasil e era certo que disputaríamos o título. Aí… 

Aí a fabulosa diretoria do Flamengo começou a agir e vender sem repor. De quebra, alguém soltou uma baita duma bruxa na Gávea. O time está com trocentos jogadores machucados, inclusive o único reforço que estreou. O resultado é que aquele elenco excelente tem, neste momento, 15 baixas. Duvidam?

– Vendidos, emprestados ou trocados por um saco de feijão, como diz o Jefferson: Egídio (LE), Marcinho (MA), Renato Augusto (MA), Rodrigo Arroz (Z) e Souza (A)
– Machucados e/ou em recuperação: Diego Tardelli (A), Dininho (Z), Kleberson (V), Leonardo (Z), Ronaldo Angelim (Z), Vandinho (A) e Wiltinho (LE)
– Suspensos: Fábio Luciano (Z), Obina (A) e Toró (V)

O resultado dessa zorra é que o time está há sete jogos sem vencer e despencando na tabela como um legítimo cavalo paraguaio. A pergunta que não quer calar: qual será o time que jogará no próximo sábado? Qual será o time que jogará o resto do campeonato? Quando começará o sufoco para não chegar perto da zona de rebaixamento?

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